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Banda da abertura de Big Bang Theory lança sua própria cerveja
Você conhece a série The Big Bang Theory? Se conhece – e é fã, como eu – você deve saber cantar o tema de abertura do início ao fim, né? “Our whole universe was in a hot dense state, then nearly fourteen billion years ago expansion started. Wait…”. Se não tem a menor ideia do que eu estou falando, mesmo assim essa notícia vai lhe interessar.
A banda que toca a música de abertura de TBBT, o Barenaked Ladies, está seguindo os inúmeros exemplos de outros músicos e vai lançar a sua cerveja. Feita em parceria com a cervejaria canadense Flying Monkeys, a BNL Strong Beer é uma chocolate imperial stout de 11% ABV e será comercializada em garrafas de 750ml.
A ideia, na verdade, partiu da cervejaria. “Eu provei a cerveja do Pearl Jam e soube que eles apenas colocaram o nome da banda nela. Imaginei que seria muito mais cool se a banda viesse realmente na cervejaria e ajudasse a fazer a cerveja”, diz Peter Chiodo, dono da Flying Monkeys. Depois de contatar vários músicos canadenses, Chiodo encontrou eco na Barenaked Ladies, que se entusiasmaram com a ideia.
A banda esteve na cervejaria na semana passada e inclusive o baterista Tyler Stewart publicou em seu Twitter uma foto segurando uma caneca com cacau equatoriano que foi colocado na cerveja. Stewart era um dos mais entusiasmados: “Eu trabalhava numa loja de cerveja quando era mais jovem, mas nunca imaginei que um dia teria minha própria cerveja”. A cerveja chega ao mercado no mês que vem.
[TheStar.com]Wilco disponibiliza para download show realizado na Ommegang
A americana Ommegang Brewery é bem conhecida e admirada pelas suas cervejas de inspiração belga. A influência do país europeu é tanta que Don Feinberg, fundador da cervejaria, inspirou-se nas fazendas cervejeiras da Bélgica ao construir as instalações da Ommegang, em 1997. Mal sabia Feinberg que, 15 anos depois, os 136 hectares daquele lugar bucólico iriam se tornar um palco pra grandes shows de rock.
Desde 2010, a cervejaria vem promovendo shows com bandas e músicos pra lá de bacanas. No ano passado, por exemplo, Levon Helm (The Band) fez um dos seus últimos shows antes de falecer. Em 2012, a lista de shows contou com Cake, Death Cab For Cutie e um histórico show do Wilco, que reuniu mais de 4500 pessoas abaixo de chuva no dia 28 de julho.
A apresentação da banda de Chicago foi registrada no disco Roadcase:006, disponível para download no seu site oficial. O disco traz a íntegra do show com as 18 músicas do setlist mais os dois bis. Jeff Tweedy, frontman do Wilco, elogiou a platéia do show na Ommegang, em Cooperstown, dizendo: “Tivemos algumas platéias muito boas nessa recente turnê, mas vocês são agora os melhores. Vocês tiveram disposição apesar da chuva, vocês cantaram junto, vocês são quase tudo que uma banda de rock espera de um público”.
Simon Thorpe, Presidente e CEO da Ommegang, reforça: “O show do Wilco foi além de tudo que já tinhamos visto aqui na cervejaria. A soma da banda, com o público descontraído e com a magia da chuva, resultou numa noite memorável”. Thorpe diz que ficou lisonjeado com o lançamento do disco e que isso valida o sentimento dele e de todos os que estiveram no show. Pelo video abaixo dá pra se ter uma ideia do que foi a apresentação do Wilco:
Ah, esse solo de Impossible Germany…
E quem estiver pelos arredores de Nova York em setembro, pode dar uma passadinha em Cooperstown no dia 17 e ver o show do Bon Iver, bem acompanhado por uma Hennepin ou uma Three Philosophers. Boa pedida, né?
[com informações do All About Beer e All Over Albany]O blues e a cerveja estão de luto: morre Celso Blues Boy
Robert Johnson e Stevie Ray Vaughan ganham mais um reforço na banda celestial de blues. Faleceu, nesta segunda-feira, em Joinville/SC, Celso Blues Boy, o pai do blues no Brasil. Aos 56 anos, o músico conhecido pela voz rouca e pelo talento na guitarra, perdeu a batalha contra um câncer na garganta, pondo fim a três décadas de uma carreira de respeito.
Celso Ricardo Furtado – cujo apelido Blues Boy foi dado em homenagem ao seu ídolo e amigo B.B. King – alcançou o sucesso na década de 80, com as canções Aumenta que isso aí é rock’n'roll e Blues Motel, do seu álbum de estreia Som na Guitarra. Daí em diante as lendárias apresentações no Circo Voador (RJ) e no Festival de Montreaux, bem como a inclusão na lista da revista Backstage como um dos 20 maiores guitarristas da história, consolidaram Celso como um dos maiores músicos do nosso país.
Desde o final da década de 90 Celso morava em Joinville, onde foi se refugiar das atribulações do Rio de Janeiro, sua cidade natal. No entanto, há quem possa imaginar que ele foi ficar mais perto de Blumenau, a capital nacional da cerveja, outra de suas paixões. O álbum derradeiro de sua discografia, Por um monte de cerveja (2011), presta uma homenagem à nossa bebida preferida.
E nós, amantes do blues, do rock e da cerveja como Celso Blues Boy, lamentamos a sua morte, mas brindamos com uma boa ceva em sua homenagem!
Estudante de design cria embalagens para cervejas em homenagem aos Beatles
Não é novidade para os leitores do Bebendo Bem que seguidamente cervejas são feitas em homenagem à bandas de rock. A combinação é muito bacana e tem tudo a ver mesmo. O curioso é que até hoje não se tem notícia de uma cerveja feita em homenagem à maior banda de rock de todos os tempos, os Beatles.
Pois agora só falta mesmo o líquido, pois as garrafas e os rótulos estão prontos. O estudante de design da Vancouver Island University, Darrell Bell, criou uma série de embalagens chamada de Liverpool Collection. O canadense usou as célebres siluetas da capa do disco Help! para fazer os rótulos de suas cervejas imaginárias.
Além de criar as lindas embalagens, Bell também deu nome às possíveis cervejas: Sgt. Pepper’s India Pale Ale, The Olde Walrus Traditional Olde Ale e Penny Lane Lager. As garrafas são flip-top e vem acondicionadas em tubos cilíndricos.
As embalagens estão prontas, os estilos estão propostos, só falta alguma cervejaria produzir a cerveja. Quem se habilita?
[Trendhunter]Cervejaria se recusa a participar de clip do Nickelback
A parceria de cervejarias com bandas de rock tem dado bons frutos. Os fãs do rock e os apreciadores da boa cerveja ficam felizes a cada novo lançamento. A união, na maioria das vezes, agrega valor à banda e à cerveja, misturando dois públicos que tem muito em comum.
Todavia, nem sempre esse tipo de parceria é algo bacana. Com isso em mente, a Dark Horse Brewery, do estado americano do Michigan, recusou o convite de um produtor do Nickelback para fazer parte do clip da música This Afternoon. A ideia era usar um caminhão da cervejaria numa cena em que ele entregaria cerveja numa festa de adolescentes.
Aaron Morse, proprietário da Dark Horse, se recusou prontamente. Em declaração no blog da empresa, Morse disse: “É óbvio que seria uma grande oportunidade para nós e talvez ter alguma visibilidade entre os jovens que não conhecem as cervejas artesanais. No entanto, nenhum de nós da cervejaria damos o menor valor à banda ou a festas de fraternidade, de modo que a nossa reação foi dizer ‘não, obrigado’”. Ele continua: “Por que não podia ser uma banda legal como o Slayer?”
Essa história aconteceu há dois anos atrás e passou meio despercebida até figurar na página principal do Reddit.com na última terça-feira. Perguntado pelo Michigan Live se tinha se arrependido da decisão, Aaron Morse respondeu: “Eu odeio essa banda! É um rock de m**** que não merece estar no rádio”.
De acordo com Morse, o produtor que lhe contatou disse que o vocalista Chad Kroeger conhecia a marca. Porém, o convite à cervejaria provavelmente tenha sido motivado por causa do nome do disco da banda lançado em 2008, Dark Horse. O curioso é que o nome da cervejaria acabou entrando no clip. Veja abaixo, aos 3’07″, o nome da cervejaria estampada no caminhão: “Shark Dore”, claramente um anagrama de Dark Horse. Recomendo desligar as caixas de som ao ver o video…
O dono da Dark Horse é bem coerente na sua visão empresarial e no seu gosto musical. Perguntado se ele faria a American Badass, cerveja do cantor Kid Rock - que estava procurando uma cervejaria para produzi-la – Morse se recusou por se tratar de uma american lager comum e disse que reconsideraria a posição se o músico deixasse a cargo da Dark Horse a escolha do estilo.
Uma postura admirável ou uma burrice tremenda? Fico com a primeira opção. No lugar da cervejaria, também não iria querer vincular minha imagem com A PIOR BANDA DE ROCK DO MUNDO! Palmas para a Dark Horse!
E se as cervejarias brasileiras fossem bandas de rock?
Hoje, 13 de junho, é comemorado o Dia Mundial do Rock. (O dia certo é 13 de JULHO! Obrigado, PJ, por corrigir esse pangaré aqui, hehehehe). E o que isso tem a ver com cerveja? Tudo, ora! O rock’n'roll é a trilha oficial dos amantes da cerveja e quem discordar disso tem um problema crônico de mau gosto #prontofalei. Como o Bebendo Bem é fã inconteste de rock e cerveja, vamos fazer mais um post comemorativo juntando essas duas paixões.
No ano passado, listamos 10 cervejas produzidas em homenagem à bandas e clássicos do rock. Para não repetir a mesma fórmula tão copiada (com ou sem créditos, mas enfim…), vamos fazer uma brincadeira diferente usando a seguinte pergunta: e se as cervejarias brasileiras fossem bandas de rock?
A EISENBAHN seria o IRON MAIDEN
Essa é uma comparação feita a partir de experiências pessoais. Comecei a escutar rock aos 12 anos por causa de uma fita K7 gravada por uns amigos que já eram iniciados no assunto (e que, anos mais tarde, formariam a banda Krisiun). Nessa fitinha, os destaques eram algumas músicas do Iron Maiden, como The Number Of The Beast e Run To The Hills. Desde então, a Donzela de Ferro é parte importante na minha história musical. Estabelecendo o paralelo, foi a Eisenbahn Pale Ale que me apresentou o “caminho sem volta” das cervejas especiais. Foi ela o catalisador que me incentivou a conhecer mais do mundo cervejeiro, o que acabou resultando na criação desse blog. Posso não escutar mais tanto o Iron como em anos anteriores, bem como posso não beber mais Eisenbahns como antes, mas ainda tenho o mais profundo respeito e admiração por eles pelo trabalho de qualidade realizado ao longo dos anos e por fazerem parte da minha história pessoal.
A COLORADO seria o RAIMUNDOS
A cervejaria de Ribeirão Preto tem como filosofia sempre introduzir ingredientes tipicamente brasileiros nas suas receitas. O Raimundos também se notabilizou por misturar o punk com ritmos brasileiros. Como aconteceu com a Colorado, a mistura foi sucesso de crítica e de público. A conversão do vocalista Rodolfo à religião fez com que a banda acabasse (ou você considera o tempo em que o Tico Santa Cruz esteve na banda?). Torçamos para que ninguém lá na Colorado siga o mesmo destino cristão…
A CORUJA seria a GRAFORRÉIA XILARMÔNICA
A comparação entre a cervejaria e a banda fica mais clara para quem mora em Porto Alegre. A Coruja foi uma das primeiras cervejas artesanais a fazer sucesso nos bares boêmios da Cidade Baixa e do Bonfim. Além disso, está intimamente ligada à cena cultural da capital gaúcha, sempre incentivando as produções artísticas da cidade. Tudo isso me faz pensar em uma música apenas: Amigo Punk, o clássico da banda gaúcha, o hino de 11 entre 10 portoalegrenses. E ainda tem gente que tem o peito de dizer que a Coruja é catarinense…
A BODEBROWN seria o PRIMUS
O ar de Chapeleiro Louco combina tanto com o Samuel Cavalcanti quanto pro Les Claypool. O baluarte da revolucion cervejeira no Brasil carrega nas suas cervejas a ousadia de quem quer ver algo diferente sendo feito. Tal qual a banda de San Francisco, essa ousadia gera originalidade. O grande público pode até torcer o nariz para as cervejas da Bodebrown e para o som do Primus, mas os especialistas do assunto atestam a qualidade da banda e da cervejaria.
A ABADESSA seria o RAMMSTEIN
Quem conhece o mestre Herbert Schumacher e as cervejas da Abadessa sabe que eles estão impregnados da cultura alemã. Schumacher e suas cervejas são representantes diretos da tradição cervejeira alemã no Brasil e se orgulham disso. Com toda essa aura germânica no ar, difícil não se lembrar do Rammstein, banda de Berlim que faz sucesso no mundo inteiro sem deixar de lado o orgulho de cantar no seu próprio idioma. Tá bem que as cervejas da Abadessa, na proporção, são bem mais leves que o som do Rammstein, mas até que dá pra imaginar uma harmonizasom (a/c Clubier) de Du Hast com um mass de Abadessa Helles na mão, nao dá?
A WÄLS seria o ARCADE FIRE
A banda canadense vem deleitando os ouvidos de quem gosta de rock de qualidade, com inovação e competência musical. Tanto é assim que nomes como David Bowie e Bruce Springsteen já fizeram elogios rasgados ao Arcade Fire, uma das boas revelações musicais dos últimos anos. Assim como eles, a Wäls também está abrindo caminho no cenário cervejeiro nacional com a qualidade de suas cervejas. A similaridade entre a os canadenses e os mineiros também pode ser vista nos prêmios de Cervejaria do Ano na South Beer Cup de 2012 e no Grammy de Álbum do Ano de 2011, pelo disco The Suburbs. Para muitos, os prêmios podem até serem considerados uma surpresa, mas quem acompanha a história da banda e da cervejaria sabe que eles foram mais que merecidos.
A SEASONS seria o SOUNDGARDEN
A cabeça por trás da Green Cow é um fã confesso do movimento grunge. O cabelo comprido, o goatee e as indefectíveis camisas xadrez são marcas registradas de Leonardo Sewald. Além disso, o próprio nome da cervejaria também é uma homenagem ao movimento de Seattle: Seasons é o nome de uma música da carreira solo de Chris Cornell, vocalista do Soundgarden. Mas não é só isso que motivou a referência à banda. Por mais óbvio que pudesse ser a comparação com o Pearl Jam – principalmente por Sewald se notabilizar por ser um ótimo emulador de Eddie Vedder nas performances da Banda dos Cervejeiros – as cervejas da Seasons são conhecidas pela alta lupulagem, o que remete ao som do Soundgarden, talvez a banda mais pesada do movimento grunge.
A WAY seria o THE KILLERS
A cervejaria paranaense é conhecida pela modernidade na sua apresentação visual e pela qualidade de suas cervejas. No entanto, pode se dizer que elas são reinvenções de estilos já bem conhecidos, com um toque de originalidade. Assim como o The Killers, que faz bastante sucesso com um pop rock com inspirações oitentistas que não traz nada de novo, mas que, paradoxalmente, tem uma cara própria e com muita qualidade. Assim como quem provou as cervejas da Way, quem escutou Mr. Brightside do Killers pela primeira vez pensou: “esses caras vão ser grandes”.
A BAMBERG seria o AC/DC
A cervejaria de Votorantim tem várias semelhanças com a banda australiana. A primeira é a consistência de seu portfolio que, se não prima pela ousadia, é certeza de qualidade e correção. Tal como os discos do AC/DC, que são sempre “mais do mesmo”, mas com muita competência. Outra similaridade são os fãs pra lá de fiéis. A qualquer novo lançamento, seja da banda, seja da cervejaria, o sucesso de público é garantido. Por fim, a fidelidade à proposta inicial. A Bamberg, desde o seu início, declarou-se seguidora da Lei da Pureza alemã e se propôs a reproduzir estilos da escola germânica, bem como o AC/DC, que faz rock puro e genuíno, sem desvios e sem firulas.
A BIERLAND seria o BLACK KEYS
Assim como a banda, a Bierland já era bem conceituada. Mas, nos últimos anos, os dois tiveram um salto tremendo de qualidade e de popularidade. O Black Keys conheceu o sucesso de público com os discos Brothers (2010) e El Camino (2011), o 6º e o 7º da carreira, respectivamente. Já a cervejaria de Blumenau começou a ter o reconhecimento da crítica com os lançamentos da Vienna, da Imperial Stout e da Strong Golden Ale, em 2011. Os novos rótulos já ganharam vários prêmios internacionais, algo inédito na história da cervejaria até então, enquanto El Camino chegou ao 2º lugar na parada da Billboard.
A FALKE seria o QUEEN
A cervejaria mineira é, sem dúvida, uma das mais importantes e respeitadas do Brasil. Muito disso se deve à figura de Marco Falcone, um dos líderes do movimento cervejeiro que desponta no país. A paixão de Falcone pela cerveja, bem como o seu companheirismo e sua humildade, fazem com que ele seja uma das raras unanimidades do meio cervejeiro. O Queen tem várias semelhanças com a Falke. A banda também tinha um frontman carismático e foi importantíssima no rock mundial na sua época. A versatilidade estílística é outro aspecto em comum. Enquanto a Falke tem em seu portfolio representantes de todas as grandes escolas cervejeiras mundiais, o Queen também circulou entre vários estilos musicais como o funk, o techno, o rockabilly, o heavy metal e o pop. Pode até ter alguém que não goste das cervejas da Falke ou das canções do Queen, mas ninguém duvida do talento e do carisma de Freddie e Falcone.
A BADEN BADEN seria o U2
A Baden Baden se apresenta no mercado como sendo uma cerveja gourmet. O próprio nome já dá uma aura de qualidade aos seus produtos. Todavia, apesar de ter ótimas cervejas no portfolio, o mesmo é inconsistente, com alguns rótulos nem tão bons assim. Algo como o U2, que por mais que seja considerada uma das grandes bandas da história do rock, ao longo da carreira alternou bons e maus discos. Mesmo assim, o saldo da Baden e da banda irlandesa é positivo, merecendo o respeito e a admiração de seus fãs.
A AMBEV seria o COLDPLAY
É inegável o apelo comercial do Coldplay. As canções pop da banda de Chris Martin caem facilmente no agrado do grande público. Com melodias simples feitas na medida para atingir o sucesso certeiro, os ingleses tem fãs no mundo inteiro, de todos os tipos. As cervejas da Ambev também tem esse talento. Por mais que a crítica especializada torça o nariz para elas, a massa não está nem aí e enche os cofres da empresa garantindo vendas astronômicas. Há quem diga que as cervejas da Ambev estão para as cervejas assim como o rock do Coldplay está para o rock, mas a verdade é que, tanto a gigante cervejeira, quanto a banda do marido da Gwyneth, não estão nem aí para seus detratores…
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