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Veja como foi o lançamento da Eisenbahn Dez Anos
A Eisenbahn está fazendo da comemoração de seu 10º aniversário uma festa memorável. O lançamento da Eisenbahn Dez Anos, cerveja especial comemorativa à data, será feito em várias frentes. O ponto alto será uma grande festa típica alemã no bar da fábrica, em Blumenau. A função será no dia 21 de julho, das 10h às 22h, com muito chopp e comidas típicas, tudo isso embalado pelo som das bandinhas Cavalinho Branco, Alpenmusikanten e Hausmusikanten. Além disso, haverão festas de lançamento em São Paulo (Cervejaria Ô Fiô), Blumenau (The Basement Pub), Rio de Janeiro (Delirium Café), Porto Alegre (Biermarkt Vom Fass) e Curitiba (Cervejaria da Vila).
Além de todas essas festividades, na última quarta-feira, 18 de julho, um grupo de blogueiros e formadores de opinião do mercado cervejeiro foram convidados para conhecer, em primeira mão, essa cerveja tão esperada. O Bebendo Bem, com muita honra, esteve lá para conferir.

Da esquerda para a direita: Sady Homrich (Extramalte), Luciano Dutra (Grupo Schincariol), Rafael Bombonatti (WE3), Daniel Wolff (Mestre-Cervejeiro), Fabian Ponzi (Bebendo Bem), Robson Grespan (Grupo Pão de Açúcar), Guilherme Schwinn (Gastrobirra), José Padilha (Sommelier de Cervejas), Maurício Beltramelli (Brejas), Juliano Mendes (Eisenbahn), Bernardo Couto (Homini Lúpulo), Leonardo Botto (cervejeiro caseiro), Patrick Stephanou (TeleCerveja), Pedro Braga (Biermarkt) Fabrício Santos (FullPintBR), Gerhard Beutling (Eisenbahn) e Jaína Camargo (Grupo Schincariol).
Numa gentileza da Eisenbahn e do Grupo Schincariol, controladora da marca, fomos recebidos na unidade de Itu/SP para uma visita às instalações da empresa, seguida de uma confraternização, quando iríamos então conhecer a Dez Anos.
O passeio para conhecer a fábrica – guiado pelo simpático Samuel - foi longo, afinal de contas, estávamos em Itu, a capital mundial da superlatividade. Como não poderia deixar de ser, as gigantescas instalações honram a tradição da cidade. O tour serviu para conhecer como funciona uma cervejaria de grande porte, logicamente bem diferente de uma microcervejaria. Não pudemos tirar fotos por uma questão de segurança empresarial, mas posso garantir-lhes que foi um passeio pra lá de interessante.
Ao fim da caminhada pela fábrica, chegamos à Toca do Tatu, espaço onde seria o coquetel de lançamento da Dez Anos. Já de cara podíamos ver os copos prontos e algumas garrafas na geladeira esperando o momento de serem abertas, o que nos deixava ainda mais ansiosos. Para acalmar os ânimos, era servido um chopp Schin tirado diretamente do tanque (surpreendentemente delicioso!), além de outras cervejas do portfolio da Eisenbahn e da Baden Baden, outra marca que faz parte do segmento de cervejas especiais do Grupo Schincariol.
A apresentação introdutória feita por alguns integrantes da equipe que desenvolveu a cerveja deixou clara a interação entre setores da Eisenbahn e do próprio Grupo Schincariol, demonstrando que o projeto uniu forças tanto da cervejaria blumenauense, quanto do grupo controlador. A Dez Anos foi uma cerveja desenvolvida em conjunto com executivos da empresa, marketing e, como não poderia deixar de ser, com a coordenação dos mestres-cervejeiros Peter Ehrhardt (Grupo Schincariol) e Gerhard Beutling (Eisenbahn), além da consultoria de Juliano Mendes. Após inúmeras reuniões, o grupo chegou ao conceito de uma doppelbock diferente de todas as já feitas aqui no Brasil.

O grupo de trabalho que desenvolveu a Eisenbahn Dez Anos: Luciano Dutra, Juliano Mendes, Gerhard Beutling, Marina Barros, Edilson Tonon, Peter Ehrhardt e Fábio Bax. Ao fundo, o CEO do Grupo Schincariol, Gino di Domenico.
Passadas as apresentações, partimos para uma degustação guiada da cerveja, comandada pelo Juliano. Digo sem medo nenhum que a Dez Anos irá surpreender positivamente até quem guarda as maiores expectativas com relação à ela. Dourada e turva, ela é muito diferente das doppelbocks que estamos acostumados. A ação dos chips de carvalho francês usados na sua fabricação é bastante perceptível, expressas no delicioso aroma de baunilha, somado às notas florais provenientes do processo de dry-hopping pelo qual ela passa. Alguns até podem dizer que ela não se enquadra em nenhuma variação do estilo proposto, mas isso, de forma nenhuma, desfaz da qualidade da cerveja. Na minha opinião, o mais surpreendente da Dez Anos é a sua complexidade, mesmo usando ingredientes relativamente comuns como o malte pilsen e o lúpulo Saaz. Seu final é seco, com um leve aquecimento dos 7,2% ABV. Uma dica: não cometa a asneira de degustá-la abaixo de 8ºC.
A princípio, a Dez Anos não fará parte do portfolio normal da Eisenbahn, mas dependendo da resposta do mercado, a ideia inicial de ser apenas uma edição limitada poderá sofrer modificações. Seu preço de prateleira será em torno de R$ 20 a R$ 25.
Para finalizar, gostaria parabenizar a Eisenbahn pelos 10 anos de sucesso e competência e agradecer pela oportunidade e pelo acolhimento, bem como por proporcionar uma confraternização com alguns dos grandes amigos normalmente separados pela extensa geografia do nosso país.
Veja o que o Brejas, o Homini Lúpulo e o FullPintBR falaram sobre o assunto e confira também o video que fizemos com a participação de Fábio Bax, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Schincariol, e Juliano Mendes, falando sobre o processo de fabricação e as características sensoriais da cerveja.
[O Bebendo Bem viajou para Itu a convite da Eisenbahn.]
Eisenbahn faz dez anos e lança cerveja comemorativa
A cerveja mais esperada do ano mostra a cara! O mistério acaba agora, com o lançamento oficial da cerveja comemorativa aos 10 anos da Eisenbahn, uma das cervejarias mais importantes do Brasil.
A Eisenbahn 10 Anos foi desenvolvida especialmente para a ocasião. Trata-se de uma doppelbock clara – conforme adiantado pelo Roberto Fonseca – com 7,2% ABV e filtrada com chips de carvalho francês. Segundo release da cervejaria, ela tem um aroma que remete ao adocicado do malte e ao frutado do fermento, tudo isso mesclado ao amadeirado do carvalho. No paladar, ela se mostra uma cerveja leve com um amargor perceptível, com notas cítricas.
Lançada em garrafas rolhadas de 375ml, mantendo a tradição da linha especial da marca, como as cervejas vencedoras do Concurso Mestre Cervejeiro, a Eisenbahn 10 Anos irá ser vendida a partir da última semana de julho nos principais restaurantes e lojas especializadas das regiões Sul e Sudeste. Diferente da Eisenbahn 5, feita na ocasião do 5º aniversário da empresa e que entrou no portfolio fixo, essa edição será limitada.
O primeiro evento oficial de lançamento será no dia 18 de julho, quando convidados irão degustar a cerveja em primeira mão na unidade do Grupo Schincariol em Itu/SP. O Bebendo Bem estará lá e trará mais novidades sobre a Dez Anos em breve.
E se as cervejarias brasileiras fossem bandas de rock?
Hoje, 13 de junho, é comemorado o Dia Mundial do Rock. (O dia certo é 13 de JULHO! Obrigado, PJ, por corrigir esse pangaré aqui, hehehehe). E o que isso tem a ver com cerveja? Tudo, ora! O rock’n'roll é a trilha oficial dos amantes da cerveja e quem discordar disso tem um problema crônico de mau gosto #prontofalei. Como o Bebendo Bem é fã inconteste de rock e cerveja, vamos fazer mais um post comemorativo juntando essas duas paixões.
No ano passado, listamos 10 cervejas produzidas em homenagem à bandas e clássicos do rock. Para não repetir a mesma fórmula tão copiada (com ou sem créditos, mas enfim…), vamos fazer uma brincadeira diferente usando a seguinte pergunta: e se as cervejarias brasileiras fossem bandas de rock?
A EISENBAHN seria o IRON MAIDEN
Essa é uma comparação feita a partir de experiências pessoais. Comecei a escutar rock aos 12 anos por causa de uma fita K7 gravada por uns amigos que já eram iniciados no assunto (e que, anos mais tarde, formariam a banda Krisiun). Nessa fitinha, os destaques eram algumas músicas do Iron Maiden, como The Number Of The Beast e Run To The Hills. Desde então, a Donzela de Ferro é parte importante na minha história musical. Estabelecendo o paralelo, foi a Eisenbahn Pale Ale que me apresentou o “caminho sem volta” das cervejas especiais. Foi ela o catalisador que me incentivou a conhecer mais do mundo cervejeiro, o que acabou resultando na criação desse blog. Posso não escutar mais tanto o Iron como em anos anteriores, bem como posso não beber mais Eisenbahns como antes, mas ainda tenho o mais profundo respeito e admiração por eles pelo trabalho de qualidade realizado ao longo dos anos e por fazerem parte da minha história pessoal.
A COLORADO seria o RAIMUNDOS
A cervejaria de Ribeirão Preto tem como filosofia sempre introduzir ingredientes tipicamente brasileiros nas suas receitas. O Raimundos também se notabilizou por misturar o punk com ritmos brasileiros. Como aconteceu com a Colorado, a mistura foi sucesso de crítica e de público. A conversão do vocalista Rodolfo à religião fez com que a banda acabasse (ou você considera o tempo em que o Tico Santa Cruz esteve na banda?). Torçamos para que ninguém lá na Colorado siga o mesmo destino cristão…
A CORUJA seria a GRAFORRÉIA XILARMÔNICA
A comparação entre a cervejaria e a banda fica mais clara para quem mora em Porto Alegre. A Coruja foi uma das primeiras cervejas artesanais a fazer sucesso nos bares boêmios da Cidade Baixa e do Bonfim. Além disso, está intimamente ligada à cena cultural da capital gaúcha, sempre incentivando as produções artísticas da cidade. Tudo isso me faz pensar em uma música apenas: Amigo Punk, o clássico da banda gaúcha, o hino de 11 entre 10 portoalegrenses. E ainda tem gente que tem o peito de dizer que a Coruja é catarinense…
A BODEBROWN seria o PRIMUS
O ar de Chapeleiro Louco combina tanto com o Samuel Cavalcanti quanto pro Les Claypool. O baluarte da revolucion cervejeira no Brasil carrega nas suas cervejas a ousadia de quem quer ver algo diferente sendo feito. Tal qual a banda de San Francisco, essa ousadia gera originalidade. O grande público pode até torcer o nariz para as cervejas da Bodebrown e para o som do Primus, mas os especialistas do assunto atestam a qualidade da banda e da cervejaria.
A ABADESSA seria o RAMMSTEIN
Quem conhece o mestre Herbert Schumacher e as cervejas da Abadessa sabe que eles estão impregnados da cultura alemã. Schumacher e suas cervejas são representantes diretos da tradição cervejeira alemã no Brasil e se orgulham disso. Com toda essa aura germânica no ar, difícil não se lembrar do Rammstein, banda de Berlim que faz sucesso no mundo inteiro sem deixar de lado o orgulho de cantar no seu próprio idioma. Tá bem que as cervejas da Abadessa, na proporção, são bem mais leves que o som do Rammstein, mas até que dá pra imaginar uma harmonizasom (a/c Clubier) de Du Hast com um mass de Abadessa Helles na mão, nao dá?
A WÄLS seria o ARCADE FIRE
A banda canadense vem deleitando os ouvidos de quem gosta de rock de qualidade, com inovação e competência musical. Tanto é assim que nomes como David Bowie e Bruce Springsteen já fizeram elogios rasgados ao Arcade Fire, uma das boas revelações musicais dos últimos anos. Assim como eles, a Wäls também está abrindo caminho no cenário cervejeiro nacional com a qualidade de suas cervejas. A similaridade entre a os canadenses e os mineiros também pode ser vista nos prêmios de Cervejaria do Ano na South Beer Cup de 2012 e no Grammy de Álbum do Ano de 2011, pelo disco The Suburbs. Para muitos, os prêmios podem até serem considerados uma surpresa, mas quem acompanha a história da banda e da cervejaria sabe que eles foram mais que merecidos.
A SEASONS seria o SOUNDGARDEN
A cabeça por trás da Green Cow é um fã confesso do movimento grunge. O cabelo comprido, o goatee e as indefectíveis camisas xadrez são marcas registradas de Leonardo Sewald. Além disso, o próprio nome da cervejaria também é uma homenagem ao movimento de Seattle: Seasons é o nome de uma música da carreira solo de Chris Cornell, vocalista do Soundgarden. Mas não é só isso que motivou a referência à banda. Por mais óbvio que pudesse ser a comparação com o Pearl Jam – principalmente por Sewald se notabilizar por ser um ótimo emulador de Eddie Vedder nas performances da Banda dos Cervejeiros – as cervejas da Seasons são conhecidas pela alta lupulagem, o que remete ao som do Soundgarden, talvez a banda mais pesada do movimento grunge.
A WAY seria o THE KILLERS
A cervejaria paranaense é conhecida pela modernidade na sua apresentação visual e pela qualidade de suas cervejas. No entanto, pode se dizer que elas são reinvenções de estilos já bem conhecidos, com um toque de originalidade. Assim como o The Killers, que faz bastante sucesso com um pop rock com inspirações oitentistas que não traz nada de novo, mas que, paradoxalmente, tem uma cara própria e com muita qualidade. Assim como quem provou as cervejas da Way, quem escutou Mr. Brightside do Killers pela primeira vez pensou: “esses caras vão ser grandes”.
A BAMBERG seria o AC/DC
A cervejaria de Votorantim tem várias semelhanças com a banda australiana. A primeira é a consistência de seu portfolio que, se não prima pela ousadia, é certeza de qualidade e correção. Tal como os discos do AC/DC, que são sempre “mais do mesmo”, mas com muita competência. Outra similaridade são os fãs pra lá de fiéis. A qualquer novo lançamento, seja da banda, seja da cervejaria, o sucesso de público é garantido. Por fim, a fidelidade à proposta inicial. A Bamberg, desde o seu início, declarou-se seguidora da Lei da Pureza alemã e se propôs a reproduzir estilos da escola germânica, bem como o AC/DC, que faz rock puro e genuíno, sem desvios e sem firulas.
A BIERLAND seria o BLACK KEYS
Assim como a banda, a Bierland já era bem conceituada. Mas, nos últimos anos, os dois tiveram um salto tremendo de qualidade e de popularidade. O Black Keys conheceu o sucesso de público com os discos Brothers (2010) e El Camino (2011), o 6º e o 7º da carreira, respectivamente. Já a cervejaria de Blumenau começou a ter o reconhecimento da crítica com os lançamentos da Vienna, da Imperial Stout e da Strong Golden Ale, em 2011. Os novos rótulos já ganharam vários prêmios internacionais, algo inédito na história da cervejaria até então, enquanto El Camino chegou ao 2º lugar na parada da Billboard.
A FALKE seria o QUEEN
A cervejaria mineira é, sem dúvida, uma das mais importantes e respeitadas do Brasil. Muito disso se deve à figura de Marco Falcone, um dos líderes do movimento cervejeiro que desponta no país. A paixão de Falcone pela cerveja, bem como o seu companheirismo e sua humildade, fazem com que ele seja uma das raras unanimidades do meio cervejeiro. O Queen tem várias semelhanças com a Falke. A banda também tinha um frontman carismático e foi importantíssima no rock mundial na sua época. A versatilidade estílística é outro aspecto em comum. Enquanto a Falke tem em seu portfolio representantes de todas as grandes escolas cervejeiras mundiais, o Queen também circulou entre vários estilos musicais como o funk, o techno, o rockabilly, o heavy metal e o pop. Pode até ter alguém que não goste das cervejas da Falke ou das canções do Queen, mas ninguém duvida do talento e do carisma de Freddie e Falcone.
A BADEN BADEN seria o U2
A Baden Baden se apresenta no mercado como sendo uma cerveja gourmet. O próprio nome já dá uma aura de qualidade aos seus produtos. Todavia, apesar de ter ótimas cervejas no portfolio, o mesmo é inconsistente, com alguns rótulos nem tão bons assim. Algo como o U2, que por mais que seja considerada uma das grandes bandas da história do rock, ao longo da carreira alternou bons e maus discos. Mesmo assim, o saldo da Baden e da banda irlandesa é positivo, merecendo o respeito e a admiração de seus fãs.
A AMBEV seria o COLDPLAY
É inegável o apelo comercial do Coldplay. As canções pop da banda de Chris Martin caem facilmente no agrado do grande público. Com melodias simples feitas na medida para atingir o sucesso certeiro, os ingleses tem fãs no mundo inteiro, de todos os tipos. As cervejas da Ambev também tem esse talento. Por mais que a crítica especializada torça o nariz para elas, a massa não está nem aí e enche os cofres da empresa garantindo vendas astronômicas. Há quem diga que as cervejas da Ambev estão para as cervejas assim como o rock do Coldplay está para o rock, mas a verdade é que, tanto a gigante cervejeira, quanto a banda do marido da Gwyneth, não estão nem aí para seus detratores…
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Cervejarias brasileiras têm excelente desempenho no Australian International Beer Awards 2012
Depois do fraco desempenho na World Beer Cup 2012, as cervejarias brasileiras deram a volta por cima e fizeram bonito no Australian International Beer Awards 2012. As cervejarias Bamberg, Bierland, Devassa, Eisenbahn, Bodebrown e Baden Baden trouxeram 17 medalhas para o Brasil, concorrendo com mais de 1.300 cervejas de 41 países. Segue a lista detalhada das cervejas premiadas:
- Baden Baden Stout (bronze na categoria Best Stout – Dry Packaged)
- Baden Baden Weiss (bronze na categoria Best Wheat Beer – German Style Hefe Packaged)
- Bamberg Altbier (bronze na categoria Best European Style Ale – Altbier Packaged)
- Bamberg Munchen (bronze na categoria Other Best European Style Lager – Other European Lager Packaged)
- Bamberg Pilsen (prata na categoria Best International Lager – American Style Lager Packaged)
- Bamberg Rauchbier (prata na categoria Best Speciality Beer – Smoked Packaged)
- Bamberg Schwarzbier (bronze na categoria Best Amber/Dark Lager – German Style Schwarzbier Packaged)
- Bamberg St. Michael (prata na categoria Best Speciality Beer – Wood Aged Packaged)
- Bierland Imperial Stout (prata na categoria Best Stout – Imperial Packaged)
- Bierland Pilsen (prata na categoria Best International Lager – American Style Lager Packaged)
- Bierland Pale Ale (prata na categoria Best International Pale Ale – British Style Packaged)
- Bierland Vienna (bronze na categoria Best European Style Lager – Vienna Packaged)
- Bodebrown Montfort Tripel (prata na categoria Best Belgian & French Style Ale – Abbey Tripel Packaged)
- Bodebrown Wee Heavy (prata na categoria Best British Style Ale – Other Packaged)
- Devassa Bem Loura (prata na categoria Best International Lager – American Style Lager Packaged)
- Eisenbahn Dunkel (bronze na categoria Best Amber/Dark Lager – German Style Schwarzbier)
- Eisenbahn Lust (prata na categoria Best Belgian & French Style Ale – Other Packaged)
O destaque vai para a Bodebrown, que além das medalhas recebidas, levou pra casa o troféu de Best New Exibitor. Também merece menção o ótimo desempenho da Bierland Imperial Stout numa das categorias mais disputadas da competição. A stout brasileira ficou à frente de cervejas incensadas como a Mikkeller Black, a Nøgne Ø Imperial Stout e a Rogue Russian Imperial Stout. Esse resultado, somado às outras medalhas recebidas, consolidam de vez a Bierland como uma das grandes cervejarias do Brasil, demonstrando que a parceria da cervejaria catarinense com o sommelier Paulo Bettiol está dando certo.
Parabéns a todas as cervejarias premiadas! Reconhecimentos como esse são grandes motivos para comemorarmos o crescimento da qualidade da produção nacional. Por isso, no dia 05 de junho, vamos celebrar o Dia da Cerveja Brasileira! Acesse a fanpage oficial do evento e saiba como participar.
Eisenbahn lança aplicativo para iPhone e é destaque na imprensa alemã
A Eisenbahn é conhecida por seguir a Lei da Pureza no fabrico de suas cervejas. Este tradicionalismo, porém, não é sinônimo de engessamento, nem de obsolescência. Numa demonstração de sincronia com as novas tecnologias, a cervejaria de Blumenau lançou nesta última quinta-feira o Guia Eisenbahn, um aplicativo para iPhone destinado a melhorar o conhecimento do consumidor da marca a respeito do mundo da cerveja.
O aplicativo, desenvolvido pela agência PorQueNão?, contém videos apresentados por especialistas como Juliano Mendes, Leonardo Botto e o mestre-cervejeiro da Eisenbahn, Gerhard Beutling, além de informações completas de mais de 70 estilos de cervejas. O usuário também pode encontrar no Guia Eisenbahn dicas de harmonização, mapas de lugares onde pode se consumir cervejas especiais e um video de uma visita guiada à cervejaria, com a descrição detalhada dos 15 rótulos produzidos pela Eisenbahn.
Em poucas horas após o lançamento do aplicativo para download na App Store, ele chegou ao topo dos mais baixados, o que demonstra o interesse do consumidor pelas cervejas especiais e a força da marca. Segundo a cervejaria, os investimentos em tecnologias móveis irão continuar, bem como a criação de versões do Guia para outros sistemas operacionais. Para mais informações e download, acesse www.eisenbahn.com.br/mobile.
Além do lançamento do Guia, a Eisenbahn também foi destaque na imprensa alemã. A cervejaria de Blumenau teve sua história contada pela WDR TV, uma das principais emissoras da Alemanha. Uma equipe veio da Europa para mostrar os costumes dos imigrantes locais e mostrar a cervejaria. O repórter Frank Pietrowski detalhou o processo de fabricação da Eisenbahn Kölsch – estilo típico da região alemã da Colônia – e entrevistou o mestre-cervejeiro Gerhard Beutling e o fundador da Eisenbahn, Juliano Mendes.
A reportagem contou também com dois especialistas da Associação dos Cervejeiros da cidade de Colônia que degustaram a Eisenbahn Kölsch e avaliaram muito bem a bebida.
É a cerveja brasileira mostrando inovação e ganhando espaço na mídia mundial. Dois grandes motivos para celebrarmos a produção nacional no DIA DA CERVEJA BRASILEIRA, no dia 05 de junho. Acesse a fanpage oficial do evento e saiba como participar dessa grande festa. Não vai ficar de fora, né?
Novo #provetuite com Eisenbahn Rauchbier
A Eisenbahn dará seguimento ao projeto #provetuite nessa próxima terça-feira, 8 de maio, às 20h, com uma harmonização da Eisenbahn Rauchbier com costelinha de porco. Como nas edições anteriores, o evento será apresentado por Juliano Mendes, um dos fundadores da cervejaria e consultor da marca. A cerveja é perfeita para o casamento proposto, já que as notas defumadas no aroma e no sabor combinam com esse tipo de carne.
A Eisenbahn Rauchbier é uma das poucas representantes do estilo disponíveis no Brasil e tem em seu currículo o ouro no World Beer Awards 2011 e o bronze Australian International Beer Awards 2009. A cerveja, que tem aparência acobreada e paladar seco, também é recomendada na harmonização com charutos, por conta do caráter defumado conferido pelos maltes utilizados em sua receita.
Para quem quiser acompanhar e interagir com perguntas e sugestões, basta acessar o link da transmissão via Twitcam que será divulgado pelo Twitter da Eisenbahn e também pela fanpage no Facebook.
Blogueiros Brasileiros de Cerveja: Entrevista com Gerhard Beutling, mestre-cervejeiro da Eisenbahn
No dia 23 de março, em meio ao Festival Brasileiro da Cerveja, alguns blogueiros de cerveja foram convidados pela cervejaria Eisenbahn para uma visita à fábrica e uma conversa com o mestre-cervejeiro Gerhard Beutling.
Na entrevista abaixo, o Sr. Gerhard fala sobre o portfolio da Eisenbahn – destacando algumas cervejas em especial – e o mercado cervejeiro, entre outros assuntos. Confira:
Esta é uma produção coletiva do
Festival Brasileiro da Cerveja: eu fui!
O Festival Brasileiro da Cerveja que rolou em Blumenau na última semana, possivelmente seja o maior evento brasileiro de cervejas. O que já era grande nos últimos anos, ficou ainda maior em mais importante com a realização simultânea da South Beer Cup. Tive o prazer de prestigiar o último dia do Festival e contarei um pouco do que vi por lá pra vocês.
O sábado começou pra mim com a palestra do Maurício Beltramelli falando sobre “A Força da Internet na divulgação das cervejas especiais”. Maurício contou um pouco da história do Brejas, mostrando números impressionantes da audiência do site. Também mostrou que o investimento numa boa comunicação na internet é a opção mais efetiva – senão a única, visto os valores que envolvem outros tipos de publicidade – para as pequenas cervejarias divulgarem seu produto. Com muito bom humor e simpatia, Maurício deu alguns exemplos interessantes de como as cervejarias podem engajar e arregimentar mais consumidores. Uma pena que apenas dois empresários do ramo estavam presentes na platéia, já que o assunto era de extrema importância para as cervejarias.
Depois de uma correria de volta para o hotel, banho e volta para a Vila Germânica, cheguei em cima da hora para participar da mesa diretora da 1ª Convenção Nacional dos Blogueiros de Cerveja. Pessoalmente, foi o momento mais importante do Festival. Além de poder conhecer ao vivo pessoas que eram até então amigos apenas virtuais, a Convenção deixou nos presentes uma sensação de que os blogueiros estão comprometidos com um projeto em comum, visando a nossa inserção definitiva como um player fundamental no mercado de cervejas no Brasil. Aguardem que o ano promete grandes novidades!

Acompanhado dos amigos Fabrício (Drinkability), Bernardo (Homini Lúpulo), Tiago e José Felipe (Wäls)
Depois de um rápido almoço com o Rafael, do Have a Nice Beer, adentramos o pavilhão que abrigava o Festival. Era uma grande festa, com um público gigantesco que quase lotava o enorme pavilhão. Stands de cervejarias, homebrewers e empresas do setor cervejeiro atendiam as pessoas ávidas por cerveja de qualidade e informação. Alguns, como os da Seasons, Bodebrown, Way, Wäls e, principalmente, o da Duff, estavam tão cheios que era difícil conseguir ser atendido. Outro destaque foi o stand da Tarantino, pela variedade de chopes importados, souvenirs e o desafio Faxe, que consistia em ver quem derrubava um mass da cerveja alemã num só gole. Como não poderia deixar de ser, houveram alguns problemas naturais para um evento desse tamanho, mas no geral, a organização deu um show. Foi a oportunidade de brindar e abraçar amigos que não via há muito tempo e conhecer outros tantos. Nessa hora, a Banda dos Cervejeiros animava a festa, botando todo mundo a beber e dançar ao ritmo do bom e velho rock’n'roll.
No intervalo do show, aconteceu a premiação dos vencedores da South Beer Cup. As cervejarias brasileiras fizeram bonito nessa edição. Opa (Göttlich Divina), Bierhoff, Way, Seasons, Bierland, Klein, Mistura Clássica, Falke, Zehn, Bamberg, Eisenbahn, Bierbaum, Karavelle, Das Bier, Colorado, Bodebrown, Backer e Wensky levaram medalhas e menções honrosas (confira todos os vencedores aqui), mas a maior vencedora da noite foi a Wäls, ganhadora do ouro nas categorias Pilsner (Wäls Pilsen), Imperial Stout (Wäls Petroleum) e Special PMC (Wäls Brut), além do prêmio de Cervejaria do Ano. Parabéns a todos os medalhistas e especialmente à Wäls, que tem feito um trabalho de muita qualidade nos últimos anos, sem se acomodar com o já grande sucesso.
Em relação à cerimônia de premiação, o único problema foi a falta de um protocolo na apresentação. Apesar do entusiasmo do organizador Martin Boan em apresentar os vencedores, os presentes tiveram dificuldade de entender quem eram os vencedores e as categorias. Houve até uma confusão constrangedora na hora de premiar a Bierbaum na categoria Dunkel, que foi confundida com a Bierland na hora do anúncio. Um concurso que é considerado a “Copa América das Cervejas” deveria ter uma apresentação à altura de sua importância. Fica a dica para as próximas edições.
Outro fato constrangedor foi a premiação da Bierland na categoria Red Ale. É sabido que a cervejaria de Blumenau não possui nenhum exemplar do estilo em seu portfolio. Respondendo os questionamentos feitos no Twitter sobre o assunto, o sommelier da cervejaria, Paulo Bettiol, explicou que a Bierland Vienna foi inscrita na categoria Red/Amber Lager e por uma confusão do concurso, acabou sendo julgada como uma Red Ale. Apesar da inquestionável qualidade já comprovada da Bierland Vienna, a pergunta que não quer calar é como uma cerveja completamente fora do estilo é julgada e premiada? Os jurados não notaram a diferença? Estamos na espera de um comunicado oficial da organização do Concurso à respeito do assunto.
Enfim, foi um dia inesquescível que, como todos os dias assim, passou rápido demais. Só não foi perfeito devido à um incidente lamentável que aconteceu comigo no final da noite, envolvendo pessoas do mais baixo nível. Infelizmente este tipo de gente sempre existe em qualquer meio, mesmo no cervejeiro, cuja grande maioria é composto de gente legal, humilde e simpática. Porêm, o saldo foi extremamente positivo: grandes cervejas, grandes amigos e grande festa. Deixo um lembrete para mim mesmo e pra quem quiser ir à festa do ano que vem, que ocorrerá dos dias 20 a 23 de março: um dia é muito pouco!
2011: Um ano cervejeiro
Seria clichê demais falar que 2011 passou voando. Da mesma forma, também seria lugar comum dizer que 2011 foi um grande ano para a cerveja brasileira. Todavia, as duas afirmações são a mais pura verdade. O ano que passou marcou a consolidação da popularização das cervejas especiais no Brasil. As sementes plantadas em 2009 e 2010 deram ótimos frutos, com grandes eventos cervejeiros, discussões acirradas em torno do mercado, levas de beer sommeliers formados e já trabalhando na área, diversos prêmios internacionais, a formação dos primeiros juízes BJCP do Brasil, cervejarias novas abrindo e as antigas aumentando consideravelmente seu portfolio, zilhões de e-commerces cervejeiros inaugurando, blogs de cerveja se fortalecendo… Para celebrar esse grande ano, vamos tentar relembrar um pouco do que aconteceu de mais marcante em 2011.
Os eventos cervejeiros tiveram destaque em 2011. Fica difícil dizer qual foi o principal, mas os mais importantes foram, sem dúvida, o VI Encontro Nacional das Cervejas Artesanais, em junho, a Brasil Brau 2011, em julho, o Beer Experience, em agosto, e o Festival Brasileiro da Cerveja, em novembro. Todos eles foram sucesso de público, com a participação maciça das cervejarias que abrilhantaram os eventos com novidades especiais. Cervejas como a Vivre Pour Vivre, da Falke, a Grâo-Pará (em breve, Bertho), da Colorado, a Strong Golden Ale, da Bierland e a 8S, colaborativa da Way/Bodebrown/Coruja/BrewDog/Wäls debutaram no mercado nesses eventos, tendo o retorno do seu público-alvo in loco. Todo esse sucesso já reflete em 2012, com a realização da South Beer Cup juntamente com a próxima edição do Festival Brasileiro da Cerveja, no próximo mês de março.
As cervejarias também fizeram bonito em 2011. Com a crescente demanda do público ávido por novidades, várias cervejarias aumentaram as opções de seus portfolios. A catarinense Bierland lançou 3 novos rótulos neste ano – Vienna, Imperial Stout e Strong Golden Ale – frutos da parceria com o beer sommelier Paulo “Feijão” Bettiol, e se consolidou como uma das empresas mais importantes do setor no Brasil. Tal iniciativa foi reconhecida com 5 prêmios internacionais recebidos neste ano. A mineira Falke também aumentou consideravelmente seu portfolio com o lançamento da weizen Estrada Real, da dry stout Villa Rica e da pilsen Diamantina, bem como a Vivre Pour Vivre, cerveja que deu muito o que falar em 2011, seja pelo altíssimo preço, seja pela ousadia em tentar recriar um estilo até então inédito no Brasil. A paulista Bamberg também agitou o mercado com o lançamento da bohemian pilsner Camila, Camila, da oktoberfest Die Wiesn e da ESB feita em parceria com o vencedor do I Concurso Paulista de Cerveja Caseira, Guilherme de Santi. Mas pelo que o Alexandre Bazzo tem dito no seu twitter, as novidades não vão parar em 2012. Estamos esperando!
E por falar na Bamberg, a cervejaria seguiu sua senda de prêmios internacionais. Em 2011 foram 13 medalhas, sendo que destes, um ouro para a Weizen na Copa Cervezas de America! A Eisenbahn veio logo atrás no número de prêmios, com 9, com destaque para os 3 prêmios recebidos no World Beer Awards 2011 pela Rauchbier, Pale Ale e Weizenbier, evento que também premiou a Baden Baden Bock como a melhor da sua categoria. Outros grandes destaques em se falando de prêmios internacionais foram o ouro conquistado pela Wee Heavy, da paranaense Bodebrown, no Mondial de La Bière, no Canadá e os já mencionados prêmios recebidos pela Bierland, com ênfase na prata recebida pela sua Vienna no European Beer Star. Esses prêmios atestam a qualidade e a evolução das cervejas brasileiras e devem servir de incentivo para as outras cervejarias aprimorarem ainda mais os seus produtos.
Se 2010 foi o ano em que os primeiros beer sommeliers brasileiros se formaram, o ano de 2011 ficou marcado pela formação dos primeiros juízes BJCP do Brasil. Apesar da discussão criada entre as duas funções, o fato é que os dois são extremamente importantes no contexto cervejeiro, cada um nas suas atribuições. Esperamos que em 2012 tanto os beer sommeliers, quanto os juízes BJCP, tenham bastante trabalho e nos passem o conhecimento intrínseco do título que ostentam, com profissionalismo e competência.
Não dá pra falar em 2011 sem lembrar da mobilização que ocorreu para a inclusão das cervejas brasileiras no projeto de lei do Supersimples. Blogueiros, empresários do ramo cervejeiro, beer sommeliers, integrantes das Acervas… todos se uniram em torno desse objetivo. O que começou com a Carta de Florianópolis, culminou com um jantar na residência do Presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), onde as cervejas artesanais e a cultura cervejeira em geral foram apresentadas aos parlamentares. Ficou claro que ainda falta uma união formal das microcervejarias para defender politicamente seus interesses, mas o saldo da mobilização foi positivo. Nada foi decidido ainda, mas os dados foram lançados. Ficamos na torcida para que em 2012, os nossos congressistas reduzam a aviltante carga tributária incidente nas cervejas brasileiras.
As redes sociais também foram invadidas pelas cervejas em 2011. Um fato marcante foi a iniciativa da #cervejadeverdade. Capitaneada pelos Blogueiros Brasileiros de Cerveja, a mobilização que ocorreu no dia 6 de maio agitou o twitter e alçou a hashtag ao topo dos trending topics nacional, fazendo com que muitos internautas que não conheciam outro tipo de cerveja senão as mais conhecidas abrissem seus horizontes para o vasto mundo de opções cervejeiras que existem no mercado. Como toda iniciativa de destaque, ela não agradou gregos e troianos, mas serviu para “marcar território” e mostrou a força que os blogs cervejeiros tem no contexto das cervejas especiais. Por falar em blogs, 2011 marcou também o crescimento da blogosfera cervejeira, tanto em número (atualmente, somos mais de 190), quanto no crescimento de alguns, como o Homini Lúpulo – que se tornou um portal – e do Goronah – que recebeu uma repaginada, ficando mais profissional – , por exemplo. O Bebendo Bem também registrou um crescimento em relação à 2010, com a audiência aumentando em 60% e com o fechamento da primeira parceria comercial da sua história. O Brejas também foi destaque em 2011, pelas informações em primeira mão e, principalmente, por suscitar discussões pertinentes ao cenário cervejeiro. Entretanto, mesmo que pontualmente alguns blogs tenham tido maior visibilidade, a nuvem de conhecimento e informação gerada por todos os blogueiros contribui para o crescimento da cultura cervejeira no Brasil, algo necessário se quisermos que a cerveja especial seja uma realidade no nosso país.
Certamente muita coisa ficou de fora dessa retrospectiva, mas acredito que esses foram os fatos mais emblemáticos do ano que termina (e os que eu consegui salvar na minha memória recente
). Os comentários estão abertos a quem quiser complementar o post. Para 2012 fica o meu desejo de união, fortalecimento, harmonia, crítica construtiva e aumento constante da qualidade de tudo que se relaciona com as cervejas no Brasil. O caminho está trilhado, só basta segui-lo sem se perder.
Feliz 2012!!!
Eisenbahn Oktoberfest em video
Após as comemorações do mês de outubro a Eisenbahn disponibiliza exclusivamente na internet um vídeo especial falando da Eisenbahn Oktoberfest, cerveja sazonal da marca. Na minha opinião, uma das melhores cervejas de seu portfolio e, certamente, a melhor do estilo vendida comercialmente no Brasil.
Apresentado por Juliano Mendes, um dos fundadores e hoje consultor da marca, o conteúdo do vídeo traz informações interessantes sobre o produto de forma clara e de fácil entendimento. Este vídeo faz parte de uma série de treze vídeos e foi gravado no Bar da Fábrica da Eisenbahn em Blumenau. A Eisenbahn divulgará periodicamente os vídeos de todas as cervejas da marca.
O video está disponível na fan page da Eisenbahn no Facebook e o no canal da cervejaria no YouTube, mas você pode, simplesmente, clicar em play no video abaixo.
[WE3 Online]






























