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Brooklyn Pilsner chega ao Brasil

A importadora BrazilWays traz ao Brasil mais uma rótulo da cervejaria nova-iorquina Brooklyn Brewery. Trata-se da Brooklyn Pilsner, uma cerveja leve, de cor dourada, porém sensorialmente mais rica do que as chamadas pilsens comerciais.

O aroma herbal, floral e fresco dos lúpulos é evidente e se converte em um gosto com agradável e persistente amargor, sem perder o equilíbrio com o sabor dos maltes. O teor alcoólico também é um pouco mais elevado, chegando a 5,1% ABV. A cerveja foi inspirada nas características desse estilo no período pré-Lei Seca dos Estados Unidos, de influência alemã.

Essas características refrescantes do lúpulo lhe conferem grande versatilidade no acompanhamento de carnes, presuntos, salsichas, peixes e culinária asiática. O preço sugerido para venda em bares e restaurantes é de R$ 9,90. O volume da garrafa é de 355 ml.

Da mesma cervejaria, a BrazilWays já traz para o país os rótulos Lager, Brown Ale, East India Pale Ale, Local 1 e as sazonais Black Chocolate Stout e Monster Ale.

Sobre o estilo

O estilo Pilsner foi criado pelo mestre cervejeiro alemão Josef Groll no ano de 1842 na cidade de Pilsen, na República Checa. Rapidamente se espalhou pela Europa e pelo mundo, sendo hoje considerado o mais consumido ao redor do globo. Um dos motivos do sucesso foi sua aparência límpida e translúcida, com cor que varia do dourado ao amarelo palha. Até então, as cervejas eram opacas e de coloração pouco atraente aos olhos.

À medida em que foi se espalhando, as características do estilo foram se adaptando às condições de fabricação e ao paladar da população local, dando origem à derivações. Na República Checa o estilo foi batizado de Bohemian Pilsener, e tem sabor baseado nas características relacionadas ao malte, como sabor de panificação e biscoito. Já na Alemanha, nas German Pilsners ou apenas Pils, o que predomina são características relacionadas ao lúpulo, como o amargor mais pronunciado, aromas frescos, herbais e florais.

Nos Estados Unidos, as cervejas desse estilo chegaram muito parecidas com a versão alemã. Isso até a Lei Seca. Após, passaram a ser mais claras e menos lupuladas. Esse processo de diminuição de aroma e sabor na bebida foi aumentando ao longo dos anos, dando origem a um outro estilo, o American Lager, muitas vezes chamado de Pilsener comercial. A Brooklyn Pilsner, entretanto, é fiel ao estilo alemão original.

Sobre a Brooklyn Brewery

Fundada em 1987 por Steve Hindy e Tom Potter na cidade de Nova York, a Brooklyn Brewery é atualmente uma das top 20 cervejarias dos Estados Unidos. Nos anos 80, Steve era um correspondente estrangeiro no Oriente Médio e Tom, um banqueiro de Nova York. Vizinhos, passavam longas horas bebendo as cervejas que Steve fazia em casa e lamentando a falta de opções de boas marcas nacionais. Steve convenceu Tom a ser sócio numa cervejaria, e assim nasceu a Brooklyn Brewery. A primeira cerveja lançada foi a Brooklyn Lager, que até hoje é o carro chefe da marca.

Sobre a BrazilWays International Commerce

Sediada em Curitiba (PR), a BrazilWays importa e distribui cervejas especiais em todo território nacional. Tem em seu portfólio marcas reconhecidas mundialmente, que prezam pela qualidade de seus produtos. A BrazilWays acredita e propaga a versatilidade da cerveja trabalhando em harmonia com boas comidas, sejam elas em restaurantes renomados ou em reunião de amigos.

(fonte: BrazilWays)

Reinheitsgebot está matando a cerveja alemã

Brauereisterben. Para quem não entende alemão, a expressão significa “morte da cervejaria”. É isso que está acontecendo na Alemanha[bb], segundo o polêmico artigo da revista americana Slate. Isso pode parecer um pouco de exagero, já que estamos falando de um país que é sinônimo de cerveja[bb], mas os fatos comprovam que algo está acontecendo por lá.

De acordo com estatísticas oficiais do governo liberadas no final de janeiro, a produção alemã de cerveja caiu para menos de 100 milhões de hectolitros de produção pela primeira vez desde a reunificação em 1990. O mesmo estudo revelou que o consumo caiu quase 3% só no ano passado, para 101,8 litros por pessoa por ano. O número de fábricas de cerveja no país também caiu por cerca de metade ao longo das últimas décadas, para cerca de 1.300. A recessão reflete até na Weihenstephan, tradicional cervejaria-escola de mestres-cervejeiros de Munique, que adotou um tom melancólico no seu prospecto, dizendo que a maioria dos licenciados não se tornam realmente mestres-cervejeiros, mas sim empregados em empresas de engenharia química e farmacêuticas.

A explicação dada pela indústria cervejeira alemã é que a culpa desse declínio está na baixa taxa de natalidade e, por consequência, no envelhecimento da população. Além disso, as novas gerações estão trocando a tradicional cerveja por bebidas energéticas misturadas com destilados, como Bacardi[bb], mais propícias para as festas de música eletrônica[bb].

No entanto, o artigo coloca a culpa na incensada e até hoje respeitada Reinheitsgebot, a Lei da Pureza da Baviera. Promulgada em 1516, a lei estipula que a cerveja deve conter apenas malte de cevada, lúpulo e água (trigo e fermento também foram permitidos posteriormente). A lei é considerada uma das legislações consumeristas mais antigas da humanidade, mas acabou por enterrar tradições alemãs seculares de fazer cerveja, como a gruitbier, uma cerveja que levava ervas como a lavanda, o alecrim e o zimbro na sua receita, e a köttbusser, feita com aveia, mel e melaço. A Reinheitsgebot foi revogada em 1987, mas ainda é respeitada na Alemanha por uma questão de marketing e tradição.

Se para alguns a Reinheitsgebot é uma determinação que deve ser respeitada para a preservação da qualidade da cerveja, por outro lado ela acaba por cercear a experimentação, fazendo com que a cerveja tipicamente alemã perca espaço frente outras escolas cervejeiras. A Reinheitsgebot ainda é tão forte na Alemanha que até mesmo os maiores entendidos de cerveja do país torcem o nariz para cervejas estrangeiras diferentes. Os alemães, segundo o artigo da Slate, preferem tomar uma spülwasser (cerveja de produção em massa) ou uma biermischgetränke (mix de cerveja com xarope de frutas) do que experimentar, por exemplo, uma cerveja belga com adição de ervas ou uma pumpkin ale americana.

Entretanto, o próprio artigo fala que nem tudo está perdido. Parcerias como a da Brooklyn Brewery com a Schneider-Weisse (Brooklyner-Schneider Hopfen-Weisse) e a da Samuel Adams com a Weinhestephan (Infinium) estão dando um ar de modernidade à indústria alemã. A tradicional maltaria Weyermann, em sua cervejaria-piloto, tem produzido cervejas de abóbora e com adição de cereja, bem como outros estilos em desacordo com a Reinheitsgebot. Segundo Sabine Weyermann, a responsável pela maltaria, a lei de pureza não é um “espartilho” como parece ser, já que a cerveja alemã, pelo know-how adquirido durante os séculos, pode facilmente conviver com as duas coisas, a tradição e a novidade.

O artigo conclui que a indústria cervejeira alemã está mudando lentamente e avisa que esse deve ser um caminho sem volta. Os produtores de cerveja e o público alemão devem se adequar aos novos tempos. A repercussão da matéria é grande no meio cervejeiro internacional e as opiniões estão divididas. Como em cerveja o novo deve somar e não substituir, torcemos para que as grandes e seculares cervejas alemãs sigam firmes nesse novo milênio.

Os melhores de 2010: Resultados da pesquisa

Continuando a retrospectiva do ano que passou, divulgaremos agora os resultados da pesquisa que fizemos com nossos leitores para saber quais foram os melhores de 2010. Sem mais delongas, vamos aos vencedores:

Melhor lançamento nacional: Biertruppe VNTG n°1 e Colorado Ithaca


As cervejas mais esperadas do ano vieram e não decepcionaram. Em edições limitadas, os apreciadores agora esperam que novas levas dessas duas delícias sejam produzidas.


Melhor importação do ano: Brooklyn Brewery


Num ano em que várias cervejas americanas chegaram ao mercado brasileiro, a Brooklyn se destacou pela altíssima qualidade das suas cervejas e pelo excelente custo-benefício.


Melhor evento cervejeiro do ano: 5° Encontro Nacional da Cerveja Artesanal


O evento realizado em junho em Porto Alegre que reuniu microcervejarias, homebrewers e apreciadores foi realmente um sucesso. Agora estamos na espera pela próxima edição, que será realizada em Florianópolis.


Melhor cerveja nacional do ano: Colorado Double Indica


Mesmo não lançada em garrafas, quem provou essa maravilha sabe que não teve para mais ninguém. O que era para ser um experimento, se tornou um grande sucesso. Queremos mais!!!


Melhor cerveja importada do ano: Tripel Karmeliet


Na categoria mais disputada e com maior variedade de votos, venceu essa cerveja que é, sem dúvida, uma das melhores opções disponíveis no país.


Melhor cervejaria nacional do ano: Cervejaria Colorado


A cervejaria de Ribeirão Preto é a que mais se destacou nesse ano de 2010. Além de lançar duas novas cervejas excelentes (Ithaca e Double Indica), a Colorado melhorou bastante seu marketing, com ações de sucesso na Flip, em Paraty, e com a aproximação com seus clientes via redes sociais. Parabéns, Colorado!


Melhor cervejaria internacional do ano: Dogfish Head


A cervejaria de Sam Calagione já alcançou o status de ícone devido ao sucesso da série Brew Masters, do Discovery Channel. Como ela ainda não foi importada para o Brasil, poucos provaram as cervejas dos caras, mas quem provou, adorou. Portanto importadoras, se liguem!

Brooklyn Black Chocolate Stout

Quando se fala em extreme beers, a idéia que vem à mente são aquelas cervejas lupuladíssimas, ou com absurdos níveis de álcool. Adoradas por alguns, elas são odiadas por outros como Garrett Oliver, a cabeça por trás da Brooklyn Brewery. Segundo ele, “a cerveja mais lupulada é como o prato mais salgado. Qualquer um pode jogar lúpulo numa panela, mas isso deixa a cerveja melhor”? Mr. Oliver responde à esse movimento fazendo outro tipo de extreme beer: extrema em sabor, em corpo, em qualidade. Sou um fã assumido das cervejas da Brooklyn Brewery, mas eles sempre acham um jeito de me surpreender. Essa imperial stout sazonal de inverno não deixou nada a desejar em relação à alta expectativa que tinha. Pelo contrário. Ela já mostra sua imponência pelo rótulo classudo, de extremo bom gosto. Ao abrir a garrafa – notem bem, “ao abrir”, não “ao servir” – o aroma exalado já mostra que lá vem coisa boa. Notas de um maltado intenso, toffee, caramelo, tostado, o café inerente ao estilo e o prometido chocolate, juntamente com um perfumado maravilhoso dos lúpulos Willamette e American Fuggle, inundam o ambiente. Além disso, pode-se sentir o álcool e um certo frutado, que identifiquei como uvas, mas confesso que a complexidade já tinha me deixado atordoado. No copo, a BCS é negra como petróleo, precedida por um creme marrom-claro que, se não é grande, é persistente e cremoso, deixando um excelente belgian lace. O sabor é tudo aquilo que se esperava, de acordo com o seu aroma intenso, porém, com o álcool aparecendo bem mais, causando um aquecimento confortável na boca. A BCS é encorpadíssima, quase licorosa, e deixa um retrogosto duradouro, alcoólico e bem balanceado entre o adocicado e o amargo tostado. Por conta disso, sua drinkability é comprometida. No entanto, a sua intensidade de sabor, de aroma e de corpo, é mais que suficiente pra satisfazer o paladar.

A melhor stout que já tomei, sem nenhuma dúvida. Nota 9,0/10.

Sazonais da Brooklyn Brewery chegam ao Brasil

Depois de emplacarem no Brasil com as deliciosas Brooklyn Lager, Brown Ale e East India Pale Ale, a BrazilWays traz mais dois rótulos da cervejaria americana. As sazonais Monster Ale e Black Chocolate Stout chegam ao mercado brasileiro nesta semana ainda (segundo o @drinkapoa, desembarcam em Porto Alegre na sexta-feira, dia 02/07). As duas são sazonais de inverno e prometem ser tão sensacionais quanto as citadas acima.

Black Chocolate Stout:

Feita com um blend de maltes torrados, essa imperial stout tem 10,1% ABV e usa os lúpulos Willamette e American Fuggle. Densa e alcoólica, ela harmoniza com queijos fortes e sobremesas de chocolate, sorvetes e tortas de frutas.





Monster Ale:

A barley wine da Brooklyn tem 10,8% ABV e é maturada durante 4 meses. Seu aroma é frutado e cítrico, por conta dos lúpulos American Willamette, Cascade e Fuggle. A harmonização recomendada é com sorvetes, bolos, crème brulée e bons charutos.





(com informações do Clubier e do site da Brooklyn Brewery)

Brooklyn East India Pale Ale

Essa é uma cerveja que não dá nem vontade de tomar. Calma, não estou dizendo que ela é intragável, MUITO PELO CONTRÁRIO! A questão é que o seu aroma não é apenas um cheiro qualquer, mas sim, um perfume delicioso e inebriante. Dá até medo de provar, pela intensidade do lúpulo aromático floral que se sente antes do primeiro gole. A impressão que dá é que estamos prestes a beber uma bomba de amargor. Aí é que está a grande qualidade dessa IPA. Ora, é uma IPA, então não poderíamos esperar uma cerveja adocicadinha, não é mesmo? É claro que ela é amarga! Mas ainda assim, a sua fórmula é tão balanceada que, mesmo com a introdução aromática, o lúpulo de sabor é muito bem inserido, sem deixar a cerveja desequilibrada. É amarga, sim, mas não é agressiva, já que o malte caramelo aparece para contrabalançar com seu dulçor. Outras impressões: seu líquido é dourado e translúcido, com bastante borbulhas e seu corpo é um pouco aguado, mas que é compensado pela alta carbonatação, que chega a repuxar a língua. Como não poderia deixar de ser, seu final é amargo e longo, pedindo mais uma em seguida.

Mais uma Brooklyn que me deixa de queixo caído. Pelo ótimo custo-benefício que chega no Brasil, é de ter sempre na geladeira. Nota 8,5/10.

Brooklyn Lager

Em um outro post, tinha dito que achei a Brooklyn Lager igual à Eisenbahn 5. Realmente, as duas se parecem muito mesmo. Porém, a americana tem um creme que pelamordedeus! Parece um chantily, de tão branco, denso e persistente, não desgrudando do copo por nada desse mundo. Nisso a brasileira perde feio pra americana. No aroma, o protagonismo do lúpulo é praticamente o mesmo na intensidade – por conta do processo de dry-hopping – mas a americana leva vantagem na qualidade do perfume, muito mais floral e cítrico, mais complexo e mais cheiroso. O malte caramelo também é perceptível no aroma e, principalmente, no sabor, já que a Brooklyn é mais equilibrada no paladar, com o lúpulo deixando um pouco mais de espaço para o malte, sem deixar de estar presente. O final da americana é amargo, como se poderia esperar, mas fugaz, no que perde para sua similar brasileira. Todavia, sua drinkability é maior, justamente pelo equilibrio que apresenta.

Uma festa de lúpulo, mas com parcimônia. Nota 8,0/10.

Extra-Malte com Mauricio Beltramelli, do Brejas

No dia 10 de maio, o Extra-Malte traz Mauricio Beltramelli, co-responsável pelo Brejas, uma página de referência para a avaliação de cervejas do Brasil, para marcar o lançamento da linha de cervejas da Brooklyn Brewery, de Nova York. Proprietário do recém inaugurado Bar Brejas, em Campinas (SP), Maurício será recebido pelo nosso Burgomestre para degustar as cervejas Vienna LagerEast India Pale Ale e Brown Ale da microcervejaria novaiorquina que é uma das mais audaciosas do renascimento da cerveja norteamericana. A harmonização estará nas mãos do Chef Toco, da Cantina do Toco, reduto gastronômico-cervejeiro da zona sul de Porto Alegre.

Com curadoria de Sady Homrich, parceria da Cerveja Coruja, a autêntica cerveja viva fermentada no RS, e patrocínio do Nacional, o supermercado com as melhores gôndolas de cervejas especiais da região, o Extra-Malte acontece todas as segundas segundas-feiras de cada mês, às 20h.

Mais informações no site do Studio Clio.

Lugares – Bier Markt

“Cerveja levada a sério”, esse é o lema do Bier Markt, bar portoalegrense recém-eleito o vencedor do melhor chopp da cidade pela revista Veja. Esse lema é seguido à risca pelos sócios Adolfo Bandeira, Pedro Braga e Alaor Peruzzo. Desde a decoração até o chopp muito bem tirado e na temperatura certa, passando pela carta de cervejas, a bebida é o personagem principal do lugar. E não estamos falando em cervejas comuns – aliás, experimente pedir uma “Polar bem gelada” ao garçom pra ver a risada que o cara dá – mas sim, cervejas especiais!

Na entrada já se sente o clima, vendo todas as placas e souvenirs indicando o que você vai encontrar por lá. O bar tem dois andares, sendo que, no andar de cima tem um stammtisch (“mesa de tronco”, em alemão) pra você reunir seus amigos para beber e conversar. Ainda conta com uma área externa, para os fumantes.

Lá dentro, toda aquela variedade de boas cervejas. Na carta, com foco nas cervejas artesanais e importadas, os destaques são as linhas da Eisenbahn e da Colorado, além de Chimay, Meantime e as novíssimas cervejas da Brooklyn Brewery, que foram as minhas escolhidas da noite (aliás, a Brooklyn Lager é IGUAL a Eisenbahn 5, ou seja, excelente). Mas as principais estrelas do bar são os chopes artesanais, servidos diretamente do barril armazenado em um balcão refrigerado, sem passar por nenhuma serpentina. Normalmente o Bier Markt trabalha com 7 cervejas on tap fixas: Abadessa Helles, Export e Slava, Coruja, Colorado Indica, Eisenbahn Pale Ale e Weiss, e uma cerveja convidada por semana. No dia em que fui, eles estavam servindo o ótimo Hofbräu. E tudo isso por preços mais do que justos. Uma curtição é pedir o chopp no mass, caneco de um litro. Boa bebida e musculação, folks!

Como se espera de um bom bar, o atendimento é de primeira. Os garçons demonstram conhecimento do produto e não ficam enchendo o saco perguntando “mais um aí, professor”. As cervejas são servidas nos seus respectivos copos, o que é mais um aspecto que demonstra o respeito ao lema do bar.

Mas o melhor mesmo do Bier Markt é o clima agradável e simpático, perfeito para ir com os amigos. Boas conversas regadas a boas cervejas. Em outras palavras, paraíso na Terra!

P.S.: um abraço para o Tito e a galera da Confraria do Beiçola. Baita parceria!

Bier Markt. Endereço: Rua Castro Alves, 442, Moinhos de Vento, Porto Alegre. Telefone (51) 3013.2300. Horários: 18h às 00h. Capacidade: 80 pessoas.

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